Conceitos básicos
Antes de projetar com luz natural, é preciso entender como ela se comporta. O efeito da luz sobre um espaço depende sempre de quatro fatores combinados: a origem (intensidade, direção e calor da fonte luminosa), a geometria (a relação entre essa fonte e o ambiente), as superfícies (que refletem, absorvem ou filtram a luz, tornando-se fontes secundárias) e o usuário, que percebe e interpreta esse conjunto. Esses são os conceitos básicos da iluminação natural que sustentam todas as decisões de projeto discutidas nas próximas escalas.
Compreender esse comportamento é o que permite transformar a luz em ferramenta de projeto, e não apenas em uma condicionante técnica a ser resolvida. É essa a proposta da Daylight Design: incentivar o uso da iluminação natural para realçar a arquitetura, abrindo possibilidades de projeto — não apenas garantindo o cumprimento de normas mínimas. As normas importam, mas não esgotam o que a luz natural pode oferecer a um espaço.
Como resume Millet (1996), "a luz é apenas um dos muitos aspectos da arquitetura. Mas a luz revela o edifício, as suas intenções, o seu lugar, a sua forma, o seu espaço e o seu significado. Luz revela arquitetura e, nos melhores casos, a arquitetura revela a luz."
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Escalas de Projeto:
Urbano | Entorno | Edifício | Interiores | Mobiliário
Parâmetros para a Escala de Conceitos básicos
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001. O sol
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002. O Projeto Daylighting
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003. Objetivos do Projeto Daylighting
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004. Luz direta x indireta
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005. Temperatura de cor
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006. Luz e Saúde
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007. Percepção
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008. Necessidades biológicas
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009. Aprender a ver
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010. Criatividade
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011. Luz revelando experiências
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012. Luz revelando materiais
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013. Luz revelando formas
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014. Ferramentas de projeto Daylighting
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015. Efeitos não visuais da luz